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quizlet.nl - Google Afbeeldingen           Geralmente fazemos essa pergunta quando conhecemos alguém... Mas... E você... Já se perguntou isso? Quem é você? Bom... Sobrecarregada de tantas dúvidas e frustrações, fiz-me essa pergunta... O que na lógica deveria ter sua resposta em apenas uma ou duas palavras... Tornou-se um texto absurdamente grande em meu pequeno cérebro... Durante anos fiz essa pergunta a diversas pessoas... Mas a quem realmente deveria conhecer não me importei (eu?)... Idas e vindas... E nada? "Quem é você?"... Que pergunta... Sei bem quem sou... (Sei mesmo?) Durante anos e anos, perguntei-me porque as coisas davam errado... Porque sempre acabava no meios de pessoas interessantes e eu sempre no meu fútil mundo de abreviações e gírias sem nexo algum, procurando sempre encontrar o encaixe do meu enferrujado coração de relicário... 
           Quem é você... (Quem sou eu?) Ah... É bem mais fácil perguntar-me quem fui... Fui um ser quente, gelado, fui alto, baixo... Fui amável... Depois nem tão amável assim, acalentei como soquei muitas pessoas... Não só reações de um selvagem, mas com reações de um ignorante... Não soube lidar com aceitações e perdas... Procurei e perdi muitas coisas... Sinônimos e antônimos "à" parte...
           Quem é você? (Quem sou eu?)... Entrei e sai dos padrões, cortei, tingi o cabelo, chorei e sorri, cantei, gritei, urinei e mijei... Defequei e bati um belo cagão... Fui um ser deveras culto, logo depois parti para um lado mais informal... Fui tudo e ao mesmo tempo nada... Sempre querendo me basear na vida dos outros... Mas... Quem são os outros? Eu sou o único ser diferente aqui? Quem é você? (Quem sou eu?)

                                                                   Quem sou eu?
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little nori bleu .            Edward... Edward Scissorhands... Como pode alguém tão sombrio ser tão agradável? como pode alguém tão distante estar tão perto de mim? Não sei como expressar o que sinto querido Edward... Seus olhos negros deveras fixados no mais terno vazio, mostram o quão perdido está... O quão perdido parece sentir-se... Como poderei ajudá-lo Edward... Seu sorriso tímido, sua cara de medo... Suas facinações tão sublimes e estúpidas... Mostram a ingenuidade do seu ser... Edward... Porque se afasta? Suas tesouras nunca foram capazes de me afastar de você, porque não chega mais perto?

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             "Necessidade... Necessidade de compreensão, afeto.. Necessidade de ter alguém por perto... Pode até ter rimado... Mas minha dor nem sempre é poética... É uma dor tão sofrida... Um sentimento tão forte que até o mais depressivo se levantaria, só para me acudir... Quem precisa de amor, de carinho... De afeto? Eu preciso... Eu preciso do amor de um desconhecido... Preciso de carinho... Mesmo que seja um carinho feito a faca.... Preciso de afeto, vindo do mais brutal ser humano... Entende a minha necessidade?" Até aquele dia, eu senti necessidade de tudo... Mas como tudo tem o seu fim... Decidi por um fim na minha tosca necessidade... Decidi fugir dela de todas as maneiras... Porém todas falharam... Com exceção de uma... A morte... Recorri a ela em uma atitude de desespero... Ah... Que dia glorioso... Foi tão incrível o modo como morri... Morri coberta pela água dos meus sentimentos... Morri afogada com aqueles mesmos sentimentos que só me transformaram em um monstro sem um coração de pedra... Sim... Sem um coração de pedra... Fui um monstro de carne e osso, um monstro que engoliu suas mágoas, um monstro que tristemente passou até praticamente o final da sua vida se lamentando por não ter tomado a decisão certa... Me arrependi de ter vivido, ou melhor... Tentando viver... Tentei viver como alguém feliz, porém meus sorrisos eram falsos, tentei viver uma vida amando... E o que consegui foi um acervo de traições e amores não correspondidos... Tentei viver uma vida de bondade e o que recebi depois de estender a mão para aqueles que precisavam de ajuda, eles me puxando para o lugar onde estavam e me largando lá sozinha, sem ninguém... Nua, sem esperanças de um amanhã, me deixando com a incerteza de ser ou não ser encontrada... Tentei viver uma vida de coragem... E essa foi a que mais fracassou... Tomei decisões que ninguém normal tentaria tomar... Abri mão de pessoas, de coisas, isso porque sempre soube que sou um monstro de carne e osso... Um coração de pedra, era tudo o que eu queria... Era tudo o que eu almejava... Um coração com o qual não fosse tão fácil mentir para mim, um coração que não me transformasse em um ser tão ingênuo e sem habilidades nenhumas de defesa... 
              O dia da minha morte... Ah que dia lindo... Um dia tão espetacular... Enquanto estava eu deitada em um caixão com flores pateticamente adoráveis murchando na minha mão, olhava fixamente para aqueles que me esbofetearam, que me cuspiram... Que me deixaram... As lágrimas da maioria me comoveram por instantes, porém percebi que lágrimas de remorso não são como as de arrependimento... Depois do meu velório pairou um clima de angústia... Porém essa angústia foi cronometrada... Passaram-se apenas poucos dias e rapidamente esqueceram da minha partida, esqueceram do meu nome, esqueceram de quem eu fui, do que eu fiz, esqueceram, apagaram... Destruíram todos os vestirgios que havia de mim... 
            O dia da minha morte, foi tão fantástico... Tão tolo... Tão... Tão... Tão sem palavras... ah... O dia da minha morte... Foi um dia emocionante... Descobri então qual o valor de um monstro de carne e osso... E percebi que o valor do tal monstro correspondia a 2 copos de cachaça... 3 drinks... e 17 lágrimas... Ah... O dia da minha morte... Lembro-me como se fosse ontem... Foi um dia 22, de um mês 11... O ano... Um segredo... Que daqui a algum tempo será revelado.   
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Fotos de It can't rain all the time - Foto bianco e nero           Sentado em um dia de chuva na grama de um parque abandonado, abri um livro, um livro qualquer... Um livro que expressava emoções de um morto... Um livro com o qual ele suplicava por ajuda e a única coisa que encontrava eram cri-cris de grilos que até então não o abandonaram... Como será que foi a vida desse alguém? Quais foram suas expectativas? Seus desejos? Seus medos...? Enquanto lia aquele livro sentia que as gotas pareciam toques... Toques de súplicas... Fechei os olhos com esperanças de poder visualizar na mente, toda a imagem que aquele tal livro queria me passar... Quem será que escreveu aquele livro? Parei anestesiado, parecia que aquelas gotas de chuva, suplicaram tanto que minha alma travou... Eu já não tinha controle sobre meu corpo, eu já não tinha controle de quem eu era... Meus olhos eram os únicos com liberdade de movimento... Até o pulsar do meu coração foi controlado... Fiquei pasmo com o ocorrido... Aquele tal livro estava conversando comigo... Estava me mostrando quem era esse alguém que o escreveu... Decidi parar de relutar e deixar que aquele tal livro me controlasse... E ele me controlou... Fiquei cego com a beleza da sua obscuridade... Sua clareza em meio as trevas mostrou-me quão fraco eu era e quão desnecessário eu era no mundo... Aquele livro mostrou-me o que eu tinha que fazer... E o obedeci... Perto do parque tinha um caminho que levava à uma floresta, havia dois caminhos, o da direita e o da esquerda... Decidi me dirigir até o caminho da esquerda, o que eu perderia? Mal sabia eu que estava perdendo a minha vida... Eu havia ficado louco... Havia entregue minha vida à um livro de ilusões... Aquelas páginas estavam vazias... Aquelas gotas possuíam veneno... Veneno que as almas descontroladas e confusas deixaram cair em mim e hoje, aqui estou eu... Em busca da minha liberdade... Esperando que mais alguém... Sente naquele mesmo banco e leia o meu diário... Quero ser livre, não quero mais vagar nessa triste e fria noite de sol...

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           Com o nascer de um sol vivído... Sorrio mais uma vez... Quando seus raios batem em minha janela socando docemente meu rosto, uma raiva toma conta do meu coração e meus olhos antes vidrados em seus raios, mudam de coloração... Soco a ponta da faca com o objetivo de sarar toda a minha dor, mas a única coisa que acontece é piorá-la... Relutante, coloco minhas mãos sobre meu peito tentando sentir o pulsar de uma tal máquina que denominam como coração... Mas o que sinto? O que sinto? É melhor dizer o que não sinto... Não sinto calor, não sinto essa tal máquina feita de carne ou músculo como prefere chamar. 
O pulsar que o mantém vivo... É o pulsar que me mantem morta... Cada nascer desse maldito sol... É cada morrer dessa maldita alma... E é aí que lhe pergunto... Onde está a pequenina violeta azul?  
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           Talvez eu não precise de você e das suas babaquices... Talvez eu não precise pensar em você toda vez que me sentir sozinho... Talvez eu não precise ser quem eu não sou só para chamar sua atenção as vezes... Talvez tudo o que tenha feito por você tenha sido tudo o que fiz para me desmoronar... Você sugou todas as gotas do meu sangue e ainda quer mais... O que te faz pensar que sempre estarei aqui? Porque age como se as coisas fossem tão simples e ao mesmo tempo complexas para nós dois? Você me sufoca... Me faz pensar que sou um cara inútil... Qual o seu problema garota? Acaso lhe falta um vibrador? Ou umas boas bofetadas? Simplesmente não sei... Mas sua mente tão confusa te passa uma certeza de que o mundo não vale nada e que sou apenas um rato... Um rato que vai de lata em lata procurando algum alimento ou simplesmente algo para traçar... Adoraria tocá-la novamente e sentir sua pele macia, mas parece que quando te toco, aqueles seus negros olhos miram para o vazio de forma sombria e então vejo uma pequena imagem da sua vida passando... Você corre e se vai e aqui fico eu... Mais uma vez... Esperando respostas para suas atitudes nada convencionais... Talvez eu não precise de você, talvez eu não precise sentar ao seu lado toda vez que chora esperando que sua dor passe afinal, parece que sua dor brota com o desabrochar de uma pequena violeta azul... Talvez eu não precise empurrá-la contra a parede toda vez que você tentar se jogar daquela maldita ponte com a intenção de te salvar, pois sei que um dia será inevitável... Talvez eu não precise ser invisível para fazer com que perceba que eu realmente me importo com você! Hoje quando o vento soprar sobre seus cabelos, feche os olhos e sinta meu último beijo... Adeus garota... Percebi que não preciso ficar aqui...
  
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            Memórias tristes, alegres... Memórias rápidas, memórias lentas... Memórias surreais... Memórias reais... Memórias mentirosas... Memórias verdadeiras... Existe todo tipo de memória possível nesse universo...
Beauty in Everything - Photography           Não é uma, não são duas.... São todas... Sem exceções que são jogadas ao vento... Grande parte delas o mesmo vento trás de volta... E fica como se fosse um jogo de futebol, fazendo o papel da bola de ir de um lado e para o outro.... Faz algum sentido o porquê de tudo isso? Talvez porque o vento das nossas emoções seja forte o suficiente para mandá-las longe em um momento de angústia, talvez o vento das nossas escolhas seja forte o suficiente para mandá-las embora durante anos, mas em apenas um momento de fraqueza elas voltam e ficam na sua mente pairando durante o dia inteiro, quando anoitece não te deixam dormir...  
           Lágrimas rolam pela sua face, talvez nessas lágrimas estejam sorrisos de pessoas que um dia fizeram parte da sua vida e que te deixaram, talvez nessas lágrimas estejam olhares que marcaram sua vida, talvez nessas mesmas lágrimas estejam as palavras que você nunca pôde dizer ou por medo de magoar alguém ou por simplesmente não terem te dado a oportunidade de falar.
           Memórias, memórias, memórias, porque elas tem que existir? Porque? Poderia existir uma lixeira em nosso cérebro que ao perceber a existência de uma memoria ruim, pegasse essa memória e jogasse pelos nossos ouvidos... Mas não... Muitos passam dias, meses, anos, décadas, séculos... Com uma memória ruim, uma memória que desencadeia um sentimento de fracasso, perda, medo... Uma memória que simplesmente aos poucos corroe a pessoa... O que ela faz? Deita e dorme... Mas a memória de tão ruim, paira pelos seus sonhos trazendo pesadelos... Memória... Creio que essa é uma das piores armas do universo... Elas aterrorizam você, sugam sua vida, sugam seus sonhos, suas felicidades, sugam tudo o que você tem de bom... E o resto que sobra... Ela pega e ao invés de reciclar e transformar em uma coisa boa te faz engolir para que você sofra ainda mais... Com uma memória boa já é diferente... Sua duração é curta, parece que coisas boas tem um tempo de vida menor...
          Uma memória boa tira sorrisos de você, te dá lindos bigodes chineses, te dá ânimo, estima... Te dá companhia... Memórias... Creio que são pequenas peças de um grande quebra cabeça chamado Vida.
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run away           Talvez a morte tenha sido a maior e melhor invenção da vida... Como cinco letrinhas combinadas são capazes de fazer os grandes caírem? Cinco letrinhas apenas... Morte... Se tem algo que não dá pra viver hoje em dia sem passar pela cabeça é o medo da morte, alguns dizem que tem medo, outros que não... A questão é que na hora do "vamo ver" tudo muda, os que antes batiam no peito dizendo que não temem à essa tirana, hoje se ajoelham perante ela e imploram pra ficar... Quando ela chega ela te leva sem ao menos querer saber da sua vontade... O que você faz? Ué... Você não tem opção... Você vai com ela...
            A dor de perder alguém é insuportavelmente suportável... Grande antítese concorda? Pois é... É uma dor que não se sente, é uma cicatriz que marca seu corpo e que ninguém vê... É algo poeticamente agradável... Ninguém quer morrer, mas a vida o força... Ela o coloca na frente do abismo do medo e o deixa com uma "três oitão". Ou você encara uma vida sem sentido algum, carregada de decepções e desilusões ou então, você em apenas três segundos no máximo mergulha em um delicioso mar de dormência e formigamento até a grande hora da sua única fonte de vida parar de bater... Qual seria o caminho mais fácil? Ninguém quer morrer esse é o fato, mas os adágios, os pesares, os obstáculos que a vida impõe pra você te puxam lá pra baixo e o que você faz? Ri? Do que vai adiantar você tapar os ouvidos para os adágios da vida se um dia alguém vai lhe escrever e mandar para que você leia? Do que adianta você se esquivar dos pesares se piores virão? Do que adianta você vencer os obstáculos, pular bem alto... Se no final irá quebrar o pé e agonizar até a hora da sua morte? As pessoas que hoje te dão uma mãozinha incluem taxas e juros para isso, nada é de graça, o que você dará em troca? Talvez sua vida... Pra que viver uma vida de desilusões se no final de tudo você vai acabar em uma pequena caixa de madeira com flores apodrecendo e com pessoas chorando e gemendo perto do seu ouvido? Você não acha que será imortal... Acha? Se as porradas da vida não lhe derrubam, garanto à você que palavras lhe derrubarão... Você terá uma hemorragia interna e ninguém saberá do seu sofrimento... Você nasceu morto!


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Black Nab dawn | Flickr - Photo Sharing!            Talvez tivesse sido um sonho... Ou uma imaginação minha enquanto estava acordada, mas senti você. Creio que foi a coisa mais maravilhosa que já me aconteceu... Tocá-lo... Beijá-lo na sua face confusa... Vê-lo chorar foi como uma entrega sua pra mim... Poder secar suas lágrimas então foi como ganhar pequenas pedrinhas de diamante... Seria um sonho ou uma imaginação? Sinceramente não sei... Procuro de noite poder desenhar seus olhos, são através deles que vejo sua alma falando com a minha... Temos uma ligação enorme, mas temo... Tenho medo de acabar falhando e assim perder esse agradável sonho que faz parte da minha realidade... Sonhar... Sonhar... Com você posso sonhar sem temer aos pesadelos da minha realidade... Um abraço seu, vale muito mais do que mil beijos... Afinal... Mais de mil beijos creio que eu já tenha recebido, mas um abraço assim garanto que não... Cada Abraço se torna único, sinto dormência em todo o meu corpo, meus batimento cardiácos quase duplicam... Cada sorriso é unicamente dedicado ao nosso momento... O que faço a respeito de tudo isso? Não sei... Sinceramente não sei... Minha mente nebulosa entra em conflito com meu coração... Perdoa-me, mas... Agora não sei mais definir se é um sonho ou uma imaginação...
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FOR3V3RYOURS™           Ah, eu supero... Mais uma lágrima que se escorre pela minha face... Mais um deboche que você faz que tenho que aceitar calada, mais um dia que eu tenho que te ver indo embora... Eu supero... Supero mesmo... Talvez não seja tão fácil quando escrever essas palavras, mas eu supero... Eu juro que consigo... Pode não ser hoje, ou amanhã ou depois... Mas um dia eu supero... O que aconteceu com aquelas doces frases? O que aconteceu com nossos encontros de manhã... O que aconteceu com tudo o que construímos? Foi embora com o mesmo vento que te trouxe? Talvez seja fácil pra você me ver desse jeito, já que sou agora uma segunda opção pra você... Mas fazer o quê...? Eu amo você, não importando o quanto você me machuque... Eu o amo... Não importando quantas vezes você me deixe falando sozinha... Não importando quantas vezes você soltar a minha mão e ir com ela... Eu o amarei... Talvez com o tempo eu supere... Ou talvez não... Falta pouco pro meu grande encontro... E você nem sequer se preocupa... Enfim... Eu supero...
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