Querido Chucky, agora que Glenda dormiu podemos continuar à escrever nosso livro, podemos escrever hoje sobre aquela vez que desossamos um bebê... Você se lembra? Foi incrível, lembra aquela vez também na festa junina que fizemos a noiva se despir e tomar banho naquele lago cheio de piranhas? Podemos colocar lá também sobre aquela nossa brincadeira de boliche humano, lembra? Pegamos um monte de velhos cegos e crianças retardadas e colocamos todas amarradas em grupinhos de 3, como a corda não dava tivemos que arrancar seus membros superiores, você sempre achando uma maneira das coisas derem certo, lembro-me daquele jantar no La Table, a comida estava demorando aí você se dirigiu pra cozinha e me trouxe um dos meus pratos predilétos... Olhos azuis com calda ralinha de sangue, duas fatias de coração partidos delicadamente com seu canivete, você abriu aquela porta como que em câmera lenta, se dirigiu em direção à mim, com uma luva feita com o braço do cozinheiro chefe, colocou o prato sobre a mesa e sorriu... Aquele foi um dos melhores jantares da minha vida e se não bastasse tudo aquilo, você me trouxe uma sobremesa deliciosa, sorvete de chocolate com calda de morango e pedacinhos de chocolate dentro como você sempre tem uma surpresa, fez da mão lisinha daquela jovem loira a melhor taça pra se servir um sorvete, até hoje tenho aquela taça... Chucky, meu querido, podemos colocar também aquela vez que visitamos uma igreja lá na Rua Oxford 123, você parecia um lobo selvagem, saiu correndo pra cima dos coroinhas arrancando seus cabelos, você desmembrava eles com uma facilidade extrema enquanto gotas de sangue caiam sobre sua roupa, logo após você pegou aquele padre e o fez engolir o terço enquanto ele arrancava seus membros genitais, lembra o que aquela freira fez? Ela pushou meu cabelo, ah, mas não deixei barato não, peguei um machadinho que estava pregado na parede e bati na cabeça dela, ela desmaiou na hora, eu a despi e preguei ela na parede usando sua pele como base, logo então abri suas pernas e comecei à brincar de tiro ao alvo, ela gemia de dor, bem feito, eu tinha acabado de fazer chapinha nas minhas madeixas, ninguém mandou ela puxar... Rsrsrsrsrs, como prêmio da minha diversãozinha nada prevista, fiz ela comer seu dedão do pé...
Chucky, querido, devemos fazer um programa à dois mais vezes, sinto saudade daqueles dias, adorava ficar como platéia, você sempre trazia uma coisa pra mim como prêmio de consolação, da outra vez, trouxe para mim, um lindo cachecol feito por você de tripas de grávida... Peguei aquele bebê que estava na barriga dela, enquanto ela chorava implorando pra que eu não fizesse nada, fui tentar pintar as unhas do bebê, mas criou bolhas, ele era um lindo bebê albino, você não tem ideia do quanto que é difícil encontrar um bebê albino, pentiei aqueles poucos fios que estavam em sua cabeça, passei lápis de olho, blush, coloquei um salto alto e dei à Glenda, ela amou... Pena que o bebê quebrou, Glenda, não sabe brincar direito, demos um cachorro e ela arrancou as patas dianteiras com esperança de que ele pudesse andar em duas patas... Devemos ensinar muito à nossa adorável Glenda...
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Cotidiano
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